quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Fisioterapia nas Cefaléias Cervicogênicas
A
coluna cervical é considerada como possível fonte de dor de cabeça,
entretanto ainda existem algumas controvérsias a respeito da
fisiopatogênese, quadro clínico e tratamento.
Cefaleia
cervicogênica é toda cefaléia cuja origem tem como sede as estruturas
do pescoço ou da parte baixa da cabeça - ossos, periósteo e músculos dos
três primeiros segmentos vertebrais, articulações uncovertebral e
intervertebral, disco, ligamentos, inervação: nervos, gânglios, raiz,
incluindo a dura-máter da medula e fossa posterior e artéria vertebral
de C1 a C3.
Assim
como nas migrâneas (enxaquecas), nas cefaléias cervicogênicas pode
haver queixas de náusea, vômito, irritabilidade, fono e fotofobia. Para o
diagnóstico diferencial, avaliamos características específicas como
Pontos gatilho, caracterizados por dor a dígito-pressão na região da
emergência dos nervos occipitais maior e menor, onde no migranoso, a
dígito-pressão, algumas vezes, pode também ser dolorosa, mas as
características da dor são distintas das que ocorrem durante a crise. Na
cefaléia cervicogênica, a compressão induz a dor, precipitando uma
crise que pode persistir por dias ou cessar logo após a descompressão.
Outros
fatores nos levam ao diagnóstico diferencial como, a precipitação de
ataques com a movimentação cervical ou por postura persistente do
pescoço. A dor da cefaléia cervicogênica pode se irradiar para ombros e
braços; apresenta-se usualmente unilateral e não-pulsátil
Como problemas na cervical podem causar dores de cabeça ?
Anatomicamente e fisiologicamente, a parte cervical superior das 3 primeiras raízes nervosas (localizado na C1, C2 e C3) compartilham um núcleo de dor (que sinaliza rotas de dor ao cérebro) com o nervo trigêmeo. Este nervo é o principal nervo sensorial que transmite mensagens de seu rosto para o cérebro. A parte superior das três raízes nervosas da coluna cervical enviam fibras em direção à cabeça que convergem para o núcleo trigeminal, que estão localizados no topo da medula espinhal.
Sinais e sintomas de dor de cabeça por origem cervicogenica
• Ser agravada por movimentos do pescoço ou posturas
• Pressão sobre o pescoço em sua parte superior
• Inicia na base da cabeça, onde o crânio se encontra com pescoço e se espalha para cima e ao redor da cabeça
• Sensibilidade crítica à luz (fotofobia).
• Sensibilidade ao som (fonofobia).
• Náuseas ou vômitos.
• Cabeça latejando.
• Variação de níveis de dor, sendo mais ou menos intensos, ocorrendo todos os dias.
• Dor de cabeça pode ser agravada ou iniciada pelos movimentos da cabeça ou do pescoço.
• Acentuada sensibilidade na região suboccipital.
• Em peso ou pressão ou aperto, muitas vezes simulando uma faixa ou capacete apertado em volta da cabeça;
• Habitualmente localizadas na fronte e/ou na nuca e topo da cabeça;
• De intensidade leve a moderada ou moderada, não impedindo as atividades rotineiras diárias;
Existem
diversas intervenções terapêuticas para essa condição patológica,
dentre elas a fisioterapia destaca-se como uma importante abordagem no
controle sintomatológico.
Embora a terapia manipulativa seja o
tratamento de escolha da maior parte dos fisioterapeutas, os ensaios
clínicos que descrevem
a sua efetividade são escassos na literatura. O fato do envolvimento de
diferentes regiões e tecidos relacionados a este conjunto de
disfunções, deve estimular a abordagem do fisioterapeuta com técnicas
manuais para os componentes articulares e miofasciais, tanto locais
quanto adjacentes
DR. ANTONIO VIANA DE CARVALHO JÚNIOR (FISIOTERAPEUTA)
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopédica
Osteopatia e Quiropraxia
Terapia Neural e Dry Needling
Tratamento de Disfunções da ATM e Algias da Coluna Vertebral
Rua Solon Pinheiro 1539, Bairro de Fátima
(85) 98845-9623 / 99955-7355
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopédica
Osteopatia e Quiropraxia
Terapia Neural e Dry Needling
Tratamento de Disfunções da ATM e Algias da Coluna Vertebral
Rua Solon Pinheiro 1539, Bairro de Fátima
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quinta-feira, 9 de abril de 2015
Stress, ansiedade podem levar a disfunção temporomandibular
Quando
existe a disfunção, o paciente apresenta sintomas, como dor de cabeça,
dor de ouvido e/ou zumbidos, dor ou cansaço dos músculos da mastigação,
ruídos articulares (estalos ou crepitação) e dificuldade para abrir a
boca.
Os pacientes costumam relatar dor de cabeça, algumas vezes com irradiação para a face, fadiga e sensibilidade na musculatura facial relacionada à mastigação e dor de ouvido.
Diversos distúrbios psicológicos, principalmente o estresse, ansiedade e depressão, podem estar associados com a disfunção temporomandibular (DTM), agindo como importantes colaboradores para a instalação e manutenção desta disfunção. Estados e/ou traços emocionais aliados a fatores estressores de vida podem levar a hábitos disfuncionais orais e conseqüentemente à hiperatividade da musculatura mastigatória, constituindo fatores desencadeantes de dor orofacial.
Da mesma forma, reações emocionais podem favorecer a ocorrência de problemas físicos, ou seja, todo esta do físico seja de bem estar ou de padecimento, tem componentes emocionais e a maioria dos pacientes portadores de DTM tem, em algum grau, reações de adaptações inadequad as ao estresse e são estas reações que desempenham um papel importante no gerar do transtorno temporomandibular.
Muitos projetos de pesquisa têm sido desenvolvidos para investigar o efeito do estresse e da ansiedade e suas correlações com as parafunções do sistema mastigatório. Embora não haja condições definitivas que possam estabelecer esses mecanismos, as correlações são aceitas e os profissionais devem estar atentos às características psicológicas do paciente e selecionar apropriadamente a abordagem indicada em casos específicos.
Ansiedade, tensão, emoções negativas e frustrações causam aumento da hiperatividade muscular, redução da taxa de secreção salivar durante o sono e vigília e, consequentemente, aumento de episódios de rangido dentário durante o sono.
Bruxismo tem maior prevalência em adultos que vivem sob tensão emocional, são hiperativos, agressivos ou apresentam personalidade compulsiva.
Verificou-se que alguns indivíduos com tensão emocional continuam a ranger os dentes mesmo com uma oclusão completamente equilibrada, reforçando a teoria comportamental.
(85) 8845-9623 9955-7355
Os pacientes costumam relatar dor de cabeça, algumas vezes com irradiação para a face, fadiga e sensibilidade na musculatura facial relacionada à mastigação e dor de ouvido.
Diversos distúrbios psicológicos, principalmente o estresse, ansiedade e depressão, podem estar associados com a disfunção temporomandibular (DTM), agindo como importantes colaboradores para a instalação e manutenção desta disfunção. Estados e/ou traços emocionais aliados a fatores estressores de vida podem levar a hábitos disfuncionais orais e conseqüentemente à hiperatividade da musculatura mastigatória, constituindo fatores desencadeantes de dor orofacial.
Da mesma forma, reações emocionais podem favorecer a ocorrência de problemas físicos, ou seja, todo esta do físico seja de bem estar ou de padecimento, tem componentes emocionais e a maioria dos pacientes portadores de DTM tem, em algum grau, reações de adaptações inadequad as ao estresse e são estas reações que desempenham um papel importante no gerar do transtorno temporomandibular.
Aspectos psicológicos e comportamentais são forteme nte associados a DTM não apenas como componente iniciador mas também predisponente e perpetuante.
Muitos projetos de pesquisa têm sido desenvolvidos para investigar o efeito do estresse e da ansiedade e suas correlações com as parafunções do sistema mastigatório. Embora não haja condições definitivas que possam estabelecer esses mecanismos, as correlações são aceitas e os profissionais devem estar atentos às características psicológicas do paciente e selecionar apropriadamente a abordagem indicada em casos específicos.
Ansiedade, tensão, emoções negativas e frustrações causam aumento da hiperatividade muscular, redução da taxa de secreção salivar durante o sono e vigília e, consequentemente, aumento de episódios de rangido dentário durante o sono.
Bruxismo tem maior prevalência em adultos que vivem sob tensão emocional, são hiperativos, agressivos ou apresentam personalidade compulsiva.
Verificou-se que alguns indivíduos com tensão emocional continuam a ranger os dentes mesmo com uma oclusão completamente equilibrada, reforçando a teoria comportamental.
Entre
as doenças das últimas décadas, está a disfunção nas articulações
temporomandibulares (DTM). Uma das suas características é a ligação ao
agitado modo de vida moderno — ansiedade, estresse e tensão estão
diretamente relacionados a ela e podem ser o estopim para grande
incômodos, como dores, estalos na mandíbula e, em casos extremos,
impossibilidade de abrir ou fechar a boca.
O
tratamento é multidisciplinar. Hoje já sabemos que o tratamento se bem
conduzido por especialista da área de ATM, sejam eles dentistas,
fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos, os resultados são
surpreendentes.
Dr. Antonio Viana de Carvalho Junior (Fisioterapeuta)
Disfunçoes da ATM e Dor Orofacial
Pós Operatório de Cirurgias Ortognáticas
Osteopatia e Quiropraxia
Terapia Neural
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Dry Needling - para dores miofasciais
A
dor crônica se caracteriza por uma dor persistente que permanece após
um período de tempo maior que 3 meses. Essa dor é multifatorial, ou
seja, compromete diversos aspectos da vida: físicos relacionados
diretamente a dor, aspectos emocionais, sociais, psicológicos e
espirituais impactando na qualidade de vida dos pacientes que convivem
com a dor crônica.
Uma
nova técnica de fisioterapia manipulativa conhecida como "dry needling"
está trazendo alívio para quem sofre de dores musculares.
É usado por muitos fisioterapeutas como um método eficaz para o
tratamento de dores musculares e tensão muscular. O procedimento é
realizado com a utilização de agulhas muito finas, como as utilizadas
pela acupuntura.
Inicialmente
o Dry Needling foi utilizado unicamente no tratamento de Trigger
Points, no entanto considerando os mais recentes estudos se observa-se
que existem resultados consistentes no controle da dor
musculoesquelética, não somente miofascial. Além disso o Dry
Needling pode ser utilizado associado a eletroterapia podendo alcançar
níveis ainda mais efetivos de analgesia para disfunções
musculoesqueléticas.
Dry
Needling miofascial, se caracteriza na inserção de uma agulha no
filamento do músculo na região de um "Trigger Point '. O objetivo do Dry
Needling é conseguir uma resposta de contração
local para liberar a tensão e dores musculares. Dry Needling é um
tratamento eficaz para a dor crônica de origem neuropática com muito
poucos efeitos colaterais. Esta técnica é inigualável em encontrar e
eliminar a disfunção neuromuscular que leva à dor e déficits funcionais.
O Dry Needling pode ser superficial ou profundo tendo aplicação a uma variada lista de disfunções musculoesqueléticas, com aplicação sobre tecido muscular, conjuntivo em neuralgias e controle da dor articular, podendo ser empregado no tratamento de diversos distúrbios musculares locais, como torcicolos, “trigger points”, síndrome miofascial, cefaléia tensional, cervicalgias, dorsalgias, lombalgias, ciatalgias.
EM FORTALEZA:
DR. ANTONIO VIANA C. JUNIOR (FISIOTERAPEUTA)
Rua Solon Pinheiro 1539, Bairro de Fátima
(85) 8845-9623 / 9955-7355
jrfisio@bol.com.br / vianajunior@antonioviana.com.br
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Fisioterapia no tratamento da cefaleia do tipo tensional
Dentre as cefaleias primárias, a
cefaleia tensional de forma episódica é considerada o tipo mais
frequente. Entre outros fatores, os psicopatológicos são os
predominantes no desenvolvimento desse tipo de cefaleia.
As cefaleias cervicais podem ocorrer
devido à alterações nas vértebras cervicais altas, com manisfestações
dolorosas principalmente na região occipital (base do crânio) dependendo
da localização da vértebra afetada.
Para entender melhor a relação entre
as alterações no posicionamento cervical e as dores na cabeça e na face é
preciso primeiramente saber que este tipo de cefaleia é uma forma de
dor referida oriunda dos três primeiros segmentos da coluna cervical,
onde está localizado o núcleo trigeminal da medula espinhal.
A cefaleia tensional episódica,
caracteriza-se por durar entre 30 minutos e 7 dias e apresentar um ou
menos episódio de dor de cabeça por mês. Sua dor é descrita como uma
pressão bilateral e não se agrava ao realizar esforços ou atividades
diárias. Diferentemente da enxaqueca, as cefaleias não são acompanhadas
de náusea e vômitos
Elaborado o diagnóstico
correto, muitas da cefaléias primárias podem ser abordadas com sucesso
pelas técnicas da osteopatia e da quiropraxia, onde através de técnicas
direcionadas para a normalização dos micromovimentos dos ossos do crânio
e da coluna cervical, será possível influenciar positivamente a
vascularização e a drenagem venosa intracraniana, bem como os impulsos
neurológicos provenientes da coluna cervical.
É necessário considerar traços característicos de uma dor de origem cervical :
- Começo repentino logo após um movimento brusco do pescoço;
-Dor unilateral occipital ou suboccipital;
-Dor que aparece com movimentos do pescoço;
-Postura anormal de cabeça e pescoço;
-Limitação dolorosa da cervical superior;
-Mobilidade anormal na união crânio vertebral.
-Dor unilateral occipital ou suboccipital;
-Dor que aparece com movimentos do pescoço;
-Postura anormal de cabeça e pescoço;
-Limitação dolorosa da cervical superior;
-Mobilidade anormal na união crânio vertebral.
Em relação ao tratamento fisioterapêutico, técnicas de terapia manual baseadas em mobilização articular e desativação de pontos gatilho de dor miofascial, tem alto índice de evidência para tratamento de desordens crânio-cervicais, devendo ser utilizadas como terapia inicial para controle dos sintomas que uma vez controlados, evolui-se o tratamento para a terapia postural objetivando posicionar da melhor forma possível a cabeça sobre a coluna cervical, a fim de aliviar estresses desnecessários sobre os tecidos de sustentação, melhorando a estabilidade cervical.
DR. ANTONIO VIANA DE CARVALHO JÚNIOR (FISIOTERAPEUTA)
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopédica
Osteopatia e Quiropraxia
Terapia Neural e Dry Needling
Tratamento de Disfunções da ATM e Algias da Coluna Vertebral
Rua Solon Pinheiro 1539, Bairro de Fátima
(85) 8845-9623 / 9955-7355
domingo, 2 de novembro de 2014
Fisioterapia e Dor Orofacial
Fisioterapia e Dor Orofacial
Anatomicamente podemos seguir a seguinte divisão relacionadas a Dor Orofacial
REGIÃO CRÂNIO-CERVICAL -
todas as estruturas anatômicas que se encontram entre occipital e C3
(músculos cervicais, articulações, ligamentos)
REGIÃO CRÂNIO-FACIAL- todas as estruturas anatômicas e funcionais do crânio, exceto para a ATM (vasos, olhos, ossos crânio)
REGIÃO CRÂNIO-MANDIBULAR
- todas as estruturas que estão anatomicamente e funcionalmente ligados
à ATM (disco, zona bilaminar, etc)
O papel do tratamento Fisioterapêutico que
aborda as regiões facial, mandibular, intra-oral, cefálica, cervical e
dorsal, além da cintura escapular. Em linhas gerais, a Fisioterapia pode
tratar as patologias articulares, dores e disfunções musculares,
alterações funcionais, posturais, neurológicas e circulatórias que
afetam estas regiões, além de melhorar as condições do tecido
cicatricial.
Restabelece as funções dos sistemas craniovertebral e craniomandibular
Entre
causas de Dor orofacial, temos entre as principal senão a principal a
DTMs, causadas por: dor miofascial, deslocamentos do disco articular da
atm e alterações degenerativas da ATM.
Os
objetivos do tratamento fisioterapêutico para dor miofascial são: a
identificação dos trigger points, sua inativação, e o retorno à função
normal sem dor.
O paciente deve ser instruído sobre possíveis complicações futuras e orientado a diminuir a sobrecarga na região de ATM.
As alterações degenerativas da ATM podem apresentar-se com ou sem dor. A preocupação é melhorar a condição articular, diminuindo a pressão intra-articular e permitindo o retorno à função mandibular normal.
O
tratamento da dor orofacial começa com um conhecimento minucioso da
queixa de dor do paciente. Somente com esta condição pode ser feito um
diagnóstico correto e selecionar o tratamento. Deve ser realizada uma
anamnese completa, exames complementares e exames radiográficos
apropriados, testes de diagnóstico diferencial. O paciente deve
descrever detalhadamente os sintomas e é realizada palpação da face e
mandíbula (articulação e músculos da mastigação) para definir os locais
de dor ou hipersensibilidade, ausculta dos ruídos articulares e observar
a limitação ou travamento do movimento de abertura e fechamento da
boca.
Diagnóstico diferencial
· Transtornos de cefaléia primaria (transtornos neurovasculares): enxaqueca, variantes da enxaqueca, cefaléias em salvas, hemicrânia paroxística, cefaléia tipo tensão.
· Desordens de dor neurogênica : são condições dolorosas que têm origem em estruturas neurogênicas, como nevralgias do trigêmeo, glossofaríngeo, nervo intermédio. Como as estruturas somáticas não estão afetadas, o exame falha em revelar qualquer causa obvia ou condição patológica, isto pode impor dificuldades no diagnostico. A dor geralmente é descrita como uma dor persistente, progressiva e com sensação de queimação. Os pacientes com freqüência relatam sensações anormais (disestesia) que são exacerbadas pelo movimento ou toque.
· Desordens de dor intra- oral: a dor intra- oral é a fonte mais comum de dor orofacial, estas incluem desordens de polpa dentaria, periodonto, tecidos mucogengivais e língua. Muitas destas desordens só são tratadas pelo cirurgião- dentista.
· Desordens temporomandibulares: desordens temporomandibulares (DTM) é um termo coletivo que inclui vários problemas clínicos envolvendo os músculos da mastigação ou ATM. As desordens temporomandibulares foram identificadas como a principal causa de dor não- dental e são consideradas como uma classificação das desordens musculoesqueleticas.
· Desordens de dor de estruturas associadas que podem produzir dor orofacial: varias estruturas como orelhas, olhos, nariz, seios paranasais, garganta, linfonodos, glândulas salivares e pescoço podem ser responsáveis pela dor orofacial. Muitas destas estruturas produzem dores heterotópicas manifestadas nas estruturas orofaciais, podendo ser confundidas com dor de dente ou DTM.
· Fatores psicossocias: há muitos fatores psicossocias que contribuem para a experiência de dor do paciente. Fatores de stress podem aumentar a tensão, insegurança e disforia, causando por sua vez o aumento das atividades do sistema mastigatório através de comportamentos parafuncionais não usuais. A depressão, ansiedade e sentimentos negativos prolongados são comuns entre pacientes com dor crônica e podem tornar a dor persistente mais difícil de tolerar ou de tratar. Deve ser enfatizado que os transtornos mentais e orofaciais não são condições mutuamente exclusivas. Indivíduos com distúrbios psiquiátricos podem ter desordens orofaciais dolorosas verdadeiras, e inversamente, a falta de achados orgânicos claros em pacientes com sintomas persistentes de dor orofacial é insuficiente para sugerir origem psicogênica para essas queixas.
O tratamento da dor orofacial começa com um conhecimento minucioso da queixa de dor do paciente. Somente com esta condição pode ser feito um diagnóstico correto para selecionar o tratamento.
O tratamento visa reestabelecer a
estrutura afetada quando detectada, uso de medicamentos analgésicos
específicos para os diferentes tipos de dores, terapias comportamentais,
fisioterapia, cirurgias e, atualmente, alguns procedimentos minimamente
invasivos que bloqueiam a condução do estímulo doloroso.
O Tratamento fisioterapêutico tem como objetivo:
. Minimizar a sintomatologia dolorosa;
. Restaurar a função muscular;
. Melhorar a amplitude de movimento;
. Redução de tensões musculares exacerbadas e pontos gatilhos;
. Melhorar a postura, sobretudo de cabeça e coluna cervical;
. Reduzir a carga na articulação temporomandibular, evitando a necessidade de cirurgias articulares
Técnicas utilizadas:
• Exame da ATM e Postura Coporal
• Relaxamento Muscular Endobucal (Masséter, Pterigóideos Medial e Lateral, Temporal);
• Relaxamento Muscular cervico-cranio-mandibulares (Trapézio, Escalenos, Esternocleidomastoideo, Infra-hioideos, Supra-hioideos entre outros)
• Liberação articular da cervical alta e baixa com mobilizações
• Liberação articular da ATM com mobilizações
Inibição Muscular Reflexa
Osteopatia, Mulligan
Terapia Neural
Dry Needling
Dr. Antonio Viana C Junior (Fisioterapeuta)
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopedica
Osteopatia, Quiropraxia
Tratamento de Disfuncoes da ATM e Pos-Operatorio de Cirurgias Ortognaticas
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
DTMs debatidas no I Congresso de Fisioterapia do Delta do Parnaíba – I COFIDEP
O I Congresso de Fisioterapia do Delta do Parnaíba – I COFIDEP
O I Congresso de Fisioterapia do Delta do Parnaíba – I COFIDEP
vem com uma inovadora e ousada proposta que objetiva mobilizar a classe
de fisioterapia no intuito de estimular a produção de pesquisas
científicas e abordar temas atuais e importantes da Fisioterapia. Além
de palestras de renomados fisioterapeutas, o congresso contará com
apresentação de trabalhos na forma de tema livre oral, apresentação em
pôster, minicursos e mesas-redondas que enriqueceram muito o nosso
evento.
O encontro tem como objetivo principal
promover a troca de conhecimentos, atualizar sobre as novas tendências e
perspectivas profissionaisalém de estimular a produção científica,
através da promoção de atividades que proporcionem o enriquecimento
curricular do acadêmicoAo fim do encontro é esperado a atualização,
evoluções em condutas e recursos fisioterapêuticos de todos os
envolvidos, incluindo participantes, organizadores e convidados.
VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA: DA EMERGÊNCIA A UTI
Ingrid Correia Nogueira | Fortaleza - CE
- Terapia Manipulativa
- Disfunções Temporomandibulares: Da Cirurgia a Reabilitação
Antônio Viana de Carvalho Junior | Fortaleza - CE
- Disfunções Temporomandibulares: Da Cirurgia a Reabilitação
Darklilson Pereira Santos | Parnaíba - PI
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