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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

CURSO DE FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DA ATM EM FORTALEZA

Dr. Antonio Viana de Carvalho Júnior, ministrará Curso de Fisioterapia nas Disfunções da ATM na cidade de Fortaleza, nos dias 19 e 20 de outubro de 2013, na Clínica INTERSAÚDE, localizada à Rua Solon Pinheiro 1539, Bairro de Fátima conforme folder:


Organização: CPFISIO
Chancela: Sociedade Brasileira de Fisioterapia - SBF

sábado, 31 de agosto de 2013

Estudo sugere que enxaqueca pode alterar o cérebro permanentemente


Dor de cabeça (Foto: beermug/Stock.Xchng) 
A enxaqueca pode alterar estruturas cerebrais,
propõe a nova análise publicada ana 'Neurology'
(Foto: beermug/Stock.Xchng)
 

Pesquisa indica que ela aumenta o risco de lesão cerebral.
Artigo da revista 'Neurology' analisa um conjunto de 19 estudos.


A enxaqueca pode gerar modificações duradouras e permanentes nas estruturas cerebrais, como lesões, segundo uma análise de quase vinte capítulos publicada na revista americana "Neurology".
"Tradicionalmente, a enxaqueca é considerada um problema leve, sem efeitos duradouros no cérebro", afirmou o doutor Messoud Ashina, da Universidade de Copenhague, principal autor desta pesquisa.

"Nossa meta-análise nos leva a crer que a enxaqueca poderia, de fato, alterar de forma permanente as estruturas do cérebro de múltiplas formas", explicou.

Os cientistas constataram que a enxaqueca aumenta o risco de lesão cerebral, de anomalias na substância branca e alteração do volume do cérebro de forma comparativa às pessoas que sofrem de cefaleia. Além disso, este risco é maior nas pessoas que sofrem de enxaqueca com aura.
Para esta pesquisa, os cientistas analisaram 19 estudos, 13 deles clínicos, onde os participantes se submeteram a uma prova de imagem de ressonância magnética do cérebro.

Os estudos mostraram um aumento de 68% do risco de lesões da substância branca do cérebro nas pessoas que sofrem de enxaqueca e 34% naquelas com enxaqueca sem aura com relação aos indivíduos que sofrem cefaleia.

O risco de anomalias cerebrais aumenta 44% nos doentes que sofrem enxaqueca com aura comparativamente aos que sofrem da modalidade sem aura.

Esta meta-análise mostra igualmente que a mudança no volume do cérebro é mais frequente nas pessoas com enxaqueca com ou sem aura que naquelas que não sofrem desta patologia.

"A enxaqueca afeta de 10% a 15% da população geral e pode ser muito debilitante", afirmou Ashina.
"Esperamos que outros cientistas poderão esclarecer o vínculo entre as mudanças estruturais do cérebro e a frequência e duração da enxaqueca assim como os efeitos destas lesões cerebrais nas funções mentais", acrescentou.

Fonte: AFP

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Bloqueio da dor inflamatória

Os cientistas brasileiros da Farmacologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto descobriram que uma proteína, a fractalcina, está envolvida na indução das dores crônicas de origem inflamatória. O estudo sugere que o bloqueio periférico dos receptores dessa proteína é o alvo potencial para o controle desses tipos de dores.
Um artigo sobre a pesquisa foi publicado em junho na revista Proceedings of the National Academy of Science. Os autores são os professores Sérgio Henrique Ferreira e Thiago Mattar Cunha, o pós-doutor Guilherme Rabelo de Souza e o pós-graduando Jhimmy Talbot, todos do Departamento de Farmacologia da FMRP.
Para quem deseja ler mais sobre dor, o pessoal do departamento de Farmacologia da FMRP-USP mantém um um excelente site, o DOL - Dor on Line  que já comentei aqui no blog. Agora eles estão com uma página no facebook também!
Sem tempo de mais comentários, deixo vocês com a reportagem da Agência Fapesp:
Uma pesquisa desenvolvida na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP) pode ajudar na elaboração de medicamentos para o controle de dores inflamatórias, como as que acompanham a artrite reumatoide.
Segundo a FMRP-USP, os cientistas descobriram que uma proteína, a fractalcina, está envolvida na indução das dores crônicas de origem inflamatória. O estudo sugere que o bloqueio periférico dos receptores dessa proteína é o alvo potencial para o controle desses tipos de dores.
Um artigo sobre a pesquisa foi publicado em junho na revista Proceedings of the National Academy of Science. Os autores são os professores Sérgio Henrique Ferreira e Thiago Mattar Cunha, o pós-doutor Guilherme Rabelo de Souza e o pós-graduando Jhimmy Talbot, todos do Departamento de Farmacologia da FMRP.
De acordo com Cunha, pela primeira vez conseguiu-se demonstrar a existência de um tipo celular que participa do processo de indução e manutenção da dor: são as chamadas células satélites.
Encontradas exclusivamente nos gânglios raízes dorsais, as células satélites envolvem os neurônios que carregam a dor e têm sua ativação mediada por uma proteína, a fractalcina. Essa proteína já havia sido descrita em processos dolorosos, mas nenhum estudo a tinha associado com a ativação da célula satélite.
“Se conseguirmos desenvolver um medicamento que bloqueie esse processo, podemos diminuir a dor. Sabemos que há indústrias farmacêuticas tentando desenvolver substâncias para bloquear o efeito dessa proteína. Talvez essas drogas possam servir como novos analgésicos contra dores inflamatórias”, disse Cunha.
A doença mais prevalente entre as doenças inflamatórias e que tem como principal sintoma a dor é a artrite reumatoide. No entanto, Cunha lembra que a pesquisa pode contribuir para, num futuro próximo, amenizar dores de pessoas que sofrem com osteoartrite, gota, doenças reumáticas em geral, além de traumas cirúrgicos e torções.
O artigo Fractalkine mediates inflammatory pain through activation of satellite glial cells(doi:10.1073/pnas.1307445110), de Guilherme Souza e outros, pode ser lido por assinantes da PNASem www.pnas.org/content/110/27/11193.abstract.

Fonte:  Blog julianadentista

terça-feira, 9 de julho de 2013

Fatores que influenciam na precisão de predição de mudanças cefalométricas no perfil do tecido mole após Cirurgia Ortognática

Neste artigo de 2012, publicado pelo Journal Maxillofacial Oral Surgery, pelos autores Olga-Elpis Kolokitha, Evangelia Chatzistavrou, do Department of Orthodontics, School of Dentistry, Aristotle University of Thessaloniki, 54124 Thessaloniki, Greece. Mostra um estudo baseado em revisão da literatura no qual avalia fatores que devem ser levados em considerações no planejamento da cirurgia Ortognática.

A previsão cefalométrica do resultado do tratamento com cirurgia ortognática é uma parte importante do planejamento cirúrgico e processo essencial no consentimento informado. As mudanças ortodônticas e cirúrgicas devem ser descritas antes do tratamento, a fim de avaliar a viabilidade do tratamento, para otimizar a gestão de processos e aumentar a compreensão do paciente e aceitação do tratamento recomendado.

O objetivo do presente artigo foi investigar os fatores que poderiam influenciar na precisão da previsão cefalométrica, no planejamento da cirurgia ortognática. A revisão da literatura revelou que, além de fatores diretamente relacionados com o método de previsão e seu uso, existe um número considerável de fatores que possam afetar significativamente a precisão da resposta dos tecidos moles. 

Esses fatores podem ser os biológicos, tais como recidiva, o centro de rotação mandibular e variação individual na resposta ao tratamento entre outros, tais como gênero, raça, espessura do tecido mole pré-operatório  e bases de dados para a média das razões para mudanças suaves nos movimentos de tecidos duros.


Alguns dos fatores que afetam a precisão da previsão da resposta dos tecidos moles após a cirurgia ortognática são inevitáveis ​​e há outros, difíceis de controlar e prever. No entanto, os pacientes devem ser informados que as previsões são apenas um guia, pode não representar o resultado real sobre o resultado cirúrgico, e, como tal, devem ser implementadas.

Link do artigo na integra via ncbi:

 
fonte: http://www.ortodontiacontemporanea.com/search/label/Cirurgia%20Ortogn%C3%A1tica

domingo, 5 de maio de 2013

Artroplastia da ATM

 
       Anquilose DTM Esquerda

Do grego ( arthron--plastos ) arthron = articulação e plastos = modificação do formato, reconfiguração.  É um procedimento cirúrgico aberto, realizado sob anestesia geral, com a finalidade de modificar alguma estrutura interna ou mesmo re-anatomizar a ATM. 

É um tipo de cirurgia usada desde o início do século XX  para tentar tratar as anquiloses  de ATM, que ocorrem quando um osso se une ao outro impedindo a articulação de funcionar. Inicialmente os cirurgiões tentaram utilizar gordura,  rebatimento de músculo e até materiais artificiais para impedir os ossos de voltarem a se unir após a cirurgia. Com o passar dos anos, muitas variações técnicas foram aparecendo com as mais diferentes finalidades inclusive a substituição da ATM por próteses. Atualmente, é muito comum de ser oferecida a pacientes que possuem muitas deformidades na articulação, incluindo a anquilose e a pseudo-anquilose.

Como toda cirurgia, há os riscos de infecção, de problemas cicatriciais, de intercorrências na anestesia, dentre outros, mas que podem ser controlados por um bom manejo das técnicas cirúrgicas e de biossegurança. O risco maior da artroplastia é a IRREVERSIBILIDADE, ou seja, se não resolver o problema na ATM, não há como voltar atrás e deixar tudo como era antes, nem sequer parecido.

Quais são as principais sequelas?

Parestesias (perda de parte da sensibilidade) na face, paralisias faciais, quando ocorre lesão do nervo facial, anquiloses pós-cirúrgicas  e a principal delas que é  não ter o problema da ATM solucionado e continuar com dores, dificuldade para mastigar, para movimentar a mandíbula e disfunção. Há ainda o fato de que muitos pacientes acabam re-operados, aumentando assim assim os custos e o desconforto com reabilitação, fisioterapia, o tempo afastado de atividades profissionais e o agravamento do quadro.

Quais são as indicações reais da artroplastia?

Ainda que sejam resultados limitados, a indicação ainda é em situações de anquiloses e de grandes deformações da ATM. Também é realizada em conjunto com situações de ressecção do côndilo em caso de tumores, onde é realizada uma re-anatomização do segmento ósseo que permanece, para voltar a funcionar como uma articulação. Ainda assim, é um procedimento que o paciente precisará estar sempre em acompanhamento pois a área operada pode voltar a anquilosar. Esse tipo de cirurgia, eventualmente, pode ser bastante útil  em um caso onde há uma combinação com um reposicionamento ortopédico da mandíbula.

A atroplastia resolve os problemas da ATM?

Sim e não.

Sim, nos casos onde uma anquilose impede o paciente de sequer abrir a boca ou há grandes deformações condilares ou mesmo um tumor, que tenha sido removido. Nestes,  uma artroplastia pode sim melhorar a condição.

Não,  porque há uma tendência dos cirurgiões em oferecer esse tipo de tratamento para pacientes com desarranjo interno com  osteoartroses e osteoartrites que, AINDA QUE SEVERAS,  podem ser tratadas com mais segurança por outras técnicas. Nesses casos, os pacientes acabam sendo submetidos a uma artroplastia desnecessária e depois terá de conviver com as sequelas e com uma grande chance de continuar com dores e disfunção. Em minha experiência particular, tem se tornado frequente a chegada de pacientes aqui no consultório que passaram por uma artroplastia e estão muito piores que antes.

Qual a alternativa se a artroplastia não for uma boa opção?

A principal delas é fazer uma abordagem de restabelecimento  neurofisiológica em termos de patologia da ATM. Isso implica descobrir o motivo pelo qual as lesões estão ocorrendo, rastrear as causas e as formas de controle da doença  e estabelecer uma terapêutica de reversão das lesões (quando possível) ou de controle, mas que descomprima a ATM e otimize suas funções. Com esse tipo de abordagem, eu não tenho tido a necessidade de indicar pacientes para artroplastia, mesmo pacientes com osteoartroses e osteoartrites severas, com processo degenerativo  avançado e “sem outra opção de tratamento”. Não, que não possa vir a acontecer, pode, mas em dez anos de clínica ainda não necessitei encaminhar para esse tipo de cirurgia.


Fonte: http://blog.marcelomatos.com/artroplastia-da-atm/

quinta-feira, 28 de março de 2013

Tratamento Fisioterapeutico no P.O Cirurgia Ortognática

A cirurgia ortognática é um conjunto de procedimentos cirúrgicos que tem o objetivo de colocar a maxila e a mandíbula em uma relação adequada, corrigindo os problemas dentários (oclusão e mastigação) e esqueléticos (faciais). Desta forma, elimina as deformidades dentofaciais, trazendo harmonia facial e com isso grande melhora na estética facial
A cirurgia está indicada quando há um reconhecimento da impossibilidade da execução do tratamento ortodôntico isolado, o que resultaria em instabilidade e desequilíbrio ósseo-dentário. Em alguns casos, a deformidade óssea associada impede a movimentação dos dentes para uma posição aceitável de mordida. Pode existir também, a possibilidade de se conseguir uma movimentação dentária aceitável, porém não estável ao longo do tempo, acarretando perda de dentes e sérios problemas para a articulação têmporo-mandíbular (ATM). Além disto, pacientes submetidos ao tratamento não cirúrgico, podem terminar com uma exagerada desarmonia facial.

Qual a origem das deformidades?
Essas deformidades podem ter origem nas Síndromes e Anomalias Específicas (fatores teratogênicos,fatores embriológicos, microssomia hemifacial, Treacher Collins, fissuras faciais, crânio-sinostoses, Pierre Robin...), distúrbios de crescimento após o nascimento, trauma facial, problemas musculares e hormonais ou de origem genética quando existe algum familiar com as mesmas características.
E comum ocorrer o paciente ter a mandíbula grande representando o prognatismo mandibular como as fotografias da paciente abaixo mostrando ante e após o tratamento.


          
Outros pacientes apresentam a mandíbula pequena, retrognatismo mandibular semelhante ao saudoso compositor Noel Rosa como é o caso da paciente abaixo.


          
Muitas vezes o paciente apresenta problemas combinados associando o maxilar inferior e o maxilar superior, por exemplo: o excesso de crescimento mandibular (mandíbula grande) e a falta de crescimento maxilar (a maxila para trás) necessitando operar os dois segmentos. O paciente a baixo é um exemplo clássico de problema combinado. O maxilar superior foi colocado para frente e o inferior (a mandíbula) para trás.

          
O diagnóstico e o planejamento cirúrgico são realizados minuciosamente antes da cirurgia nos modelos de estudo montados em articulador odontológico, radiografias e com o auxílio de computação gráfica.
O paciente deverá realizar uma documentação ortodôntica completa, em clínica especializada em radiologia odontológica, para que os profissionais ( Cirurgião Buco Maxilo Facial e Ortodontista ) analisem as correções necessárias através de um tratamento ortodôntico-cirúrgico-ortodôntico. Isto é, inicia-se com a ortodontia preparando os dentes por período que varia de seis meses a um ano (primeira etapa), a partir daí planeja-se a cirurgia ortognática, fazendo uma moldagem de estudo e confeccionando modelos de gesso e montagem em articulador; opera-se o paciente e, logo que se recupere, a ortodontia realizará os últimos ajustes na oclusão

Quais os benefícios deste tratamento ortodôntico e cirúrgico?
 
- Melhora da relação entre os dentes, músculos e esqueleto

- Melhora do posicionamento da musculatura do pescoço
- Melhora do posicionamento da língua
- Melhora da fonação e da articulação das palavras
- Melhora da oclusão e biomecânica da articulação temporomandibular
- Melhora da mastigação e da digestão
- Melhora no relacionamento social

 


A cirurgia ortognática é realizada sob anestesia geral, e todos os cortes são intraorais (como não há incisão externa, também NÃO ficam cicatrizes).
Por causa da anestesia geral, é preciso permanecer em observação no hospital por 24h, mas no dia seguinte ele já está apto a voltar para casa. O paciente sai com a boca aberta, falando e respirando normalmente.
Idade Ideal para a Intervenção:

O ideal é aguardar o término do crescimento do esqueleto facial, pois assim os resultados serão mais previsíveis. Nas meninas será por volta dos 14 ou 15 anos e nos meninos por volta dos 17 anos. Existem exames que auxiliam nesta avaliação. Em adolescentes que possam apresentar problemas de convívio social decorrentes da deformidade facial, a cirurgia poderá ser antecipada.
Contenção (Boca amarrada)  

Antigamente, era utilizado “fio de aço” para unir os ossos e devido a sua instabilidade era necessário manter a boca sem movimentação amarrando os dentes do paciente rigidamente por 30 ou 60 dias com fios de aço. Com o novo sistema de Fixação do Esqueleto com mini-placas e parafusos de titânio, o paciente sai da cirurgia e recebe alta hospitalar sem estar com a boca amarrada. Após quatro dias, inicia o uso de elásticos no aparelho ortodôntico que o próprio paciente coloca e retira em casa. 

Quais são os possíveis riscos e complicações?

Equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas podem ocorrer e normalmente resolvem em 15 dias.
Dormência nos lábios, na região abaixo dos olhos e no queixo inferior é comum, podendo durar semanas, meses ou até anos. Em média a dormência desaparece entre 6 e 36 meses.
Má-oclusão é a complicação mais temida, porém, felizmente é bastante rara.
 
Epidemiologia

- Brasil – Possui cerca de 20% dos odontólogos do mundo
- 60 % população necessita de tratamento ortodôntico
        (Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial)
 
- 5% só resolveria o problema se passasse pela intervenção cirúrgica

- quase 9,5 milhões teriam que realizar algum tipo de cirurgia ortognática para ter uma melhor qualidade de vida, e a maioria desses pessoas nem sabe disso

O TratamentoFisioterapeutico deve ser realizado após o procedimento cirúrgico com o objetivo de reduzir totalmente o quadro de dor, reduzir e eliminar o edema (inchaço), recuperar da ADM os movimento da ATM, restabelecer as funções de mastigação, deglutição, musculatura de mímica facial
A fisioterapia atua  prevenindo principalmente das aderências teciduais faciais, bucais, fibroses, controle do edema facial e na redução da dor quando esta está presente, restabelecer a amplitude nos movimentos mandibulares, estimular e devolver a sensibilidade facial que em algumas situações pode apresentar-se alterada (parestesia)

TRATAMENTO FISIOTERAPEUTICO

Utilização de recursos eletrotermofototarapeuticos (redução da dor e edema)
Drenagem Linfática Facial
Liberação miofascial (prevenção de aderências)
Inibição muscular relexa - quebra de reflexos nociceptivos patológicos, relaxamento de musculatura, desaparecimento de trigger points
Utilização de Hiperbolóide, Ativador Helicoidal Crânio Mandibular
Técnicas Osteopáticas, Mulligan, Inervação recíproca, muscle energy
Técnicas Intra Orais
Terapia Neural

Dr Antonio Viana de Carvalho Junior (Fisioterapeuta)

(85) 8845-9623/9955-7355

vianajunior@antonioviana.com.br / jrfisio@bol.com.br

sábado, 23 de março de 2013

Therapy as good as surgery for knee repair

You might not want to rush into knee surgery. Physical therapy can be just as good for a common injury and at far less cost and risk, the most rigorous study to compare these treatments concludes.
Therapy didn't always help and some people wound up having surgery for the problem, called a torn meniscus. But those who stuck with therapy had improved as much six months and one year later as those who were given arthroscopic surgery right away, researchers found.
"Both are very good choices. It would be quite reasonable to try physical therapy first because the chances are quite good that you'll do quite well," said one study leader, Dr. Jeffrey Katz, a joint specialist at Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School.
He was to discuss the study Tuesday at an American Academy of Orthopaedic Surgeons conference in Chicago. Results were published online by the New England Journal of Medicine.
A meniscus is one of the crescent-shaped cartilage discs that cushion the knee. About one-third of people over 50 have a tear in one, and arthritis makes this more likely. Usually the tear doesn't cause symptoms but it can be painful.
When that happens, it's tough to tell if the pain is from the tear or the arthritis — or whether surgery is needed or will help. Nearly half a million knee surgeries for a torn meniscus are done each year in the U.S.
The new federally funded study compared surgery with a less drastic option. Researchers at seven major universities and orthopedic surgery centers around the U.S. assigned 351 people with arthritis and meniscus tears to get either surgery or physical therapy. The therapy was nine sessions on average plus exercises to do at home, which experts say is key to success.
After six months, both groups had similar rates of functional improvement. Pain scores also were similar.
Thirty percent of patients assigned to physical therapy wound up having surgery before the six months was up, often because they felt therapy wasn't helping them. Yet they ended up the same as those who got surgery right away, as well as the rest of the physical therapy group who stuck with it and avoided having an operation.
"There are patients who would like to get better in a 'fix me' approach" and surgery may be best for them, said Elena Losina, another study leader from Brigham and Women's Hospital.
However, an Australian preventive medicine expert contends that the study's results should change practice. Therapy "is a reasonable first strategy, with surgery reserved for the minority who don't have improvement," Rachelle Buchbinder of Monash University in Melbourne wrote in a commentary in the medical journal.
As it is now, "millions of people are being exposed to potential risks associated with a treatment that may or may not offer specific benefit, and the costs are substantial," she wrote.
Surgery costs about $5,000, compared with $1,000 to $2,000 for a typical course of physical therapy, Katz said.
One study participant — Bob O'Keefe, 68, of suburban Boston — was glad to avoid surgery for his meniscus injury three years ago.
"I felt better within two weeks" on physical therapy, he said. "My knee is virtually normal today" and he still does the recommended exercises several times a week.
Robert Dvorkin had both treatments for injuries on each knee several years apart. Dvorkin, 56, director of operations at the Coalition for the Homeless in New York City, had surgery followed by physical therapy for a tear in his right knee and said it was months before he felt no pain.
Then several years ago he hurt his left knee while exercising. "I had been doing some stretching and doing some push-ups and I just felt it go 'pop.'" he recalls. "I was limping, it was extremely painful."
An imaging test showed a less severe tear and a different surgeon recommended physical therapy. Dvorkin said it worked like a charm — he avoided surgery and recovered faster than from his first injury. The treatment involved two to three hour-long sessions a week, including strengthening exercises, balancing and massage. He said the sessions weren't that painful and his knee felt better after each one.
"Within a month I was healed," Dvorkin said. "I was completely back to normal."

Fonte: http://hms.harvard.edu/news/study-therapy-good-surgery-knee-repair-3-19-13